terça-feira, 28 de agosto de 2007

Ilha

O mar deve ser a golfada de um deus.
No fundo, peixes e ossos.
E não era para menos tanto.
A areia fixa a renda das conchas, distraem-se as horas.
Foge quem salta, o arqueiro, mesmo a lebre.
Alguém diria, a aventura era fazer nascer.
Pouso de penetração, silencioso como o nome do pai,
ilha feita com um olhar.
Arroubo ferindo pedras.
Adeus entre os afogados.

4 comentários:

João Marcos disse...

Ainda bem que voltou, aqui estava um deserto...

COISAS DE CARMEN disse...

Isabel,
Fala aqui a professora Carmen, do pós.
Sensacional sua prosa e sua poesia. Estou me deliciando...
GRATA SURPRESA !
Vou roubar um texto (com créditos, óbvio) pra enfeitar meu profile.
Pode ? Já roubei.
Bjs

COISAS DE CARMEN disse...

Confusão:

Sou só a Carmen, amiga do João , da Helena e tantos outros mineiros.
Adorei a blog, embora soubesse desse talento todo.
Sucede que só tenho uma Izabela (não Izabel)na minha rede.Conclusão: não somos amigas no Orkut ! rsrs
bj

Lady Crisálida disse...

Se perder e se achar no sal de tuas palavras...

Conchinhas multicores com teu nome soltas pela ilha...

beijos e En-canto!!